SOMOS ESPÍRITOS IMORTAIS

SOMOS ESPÍRITOS IMORTAIS

sábado, 30 de julho de 2011

SONHOS PERDIDOS



As drogas  têem sido o horror de nossos tempos.

Uma das bestas do apocalipse.

A fera incontrolável que destrói quantos a desafie.

O que se tem feito para acabar com este mal, que só cesce ao longo do tempo?

O que se tem feito par frear o enriquecimento (ilícito) dos senhores deste monstro -
os traficantes...

SONHOS PERDIDO é um romance que leva o leitor a ver  (e refletir)

que as drogas são capazes de apagar o que o ser humano tem de melhor,

transformando-o num ser sem vontade própria, capaz de destruir
o próprio lar.

Escrito pelo Espírito João Maria e psicografado por Assis Azededo.

O livro Sonhos perdidos  retrata a alma de um jovem que fora educado

 para ser o herdeiro de uma família de empresários, porém seu sonho não era esse,

daí desenrola-se a triste história de um drogado.

Eu li o livro e posso garantir que é epolgante .

A história central dá oportunidade a que se desenvolvam outras

paralelas, tornando a leitura agradável.

Não deixando de ressaltar os ensinamentos de JESUS CRISTO.

Eu não consegui largar o livro enquanto não acabei de ler...rs.

O autor possui várias outras obras, espiritas e não espíritas.

Francisco de Assis Azevedo da Silva, é do Piauí, reside hoje em Natal,

Rio Grande do Norte.

Possui um Programa  chamado CAMINHOS DE LUZ,

exibido ,pela SIMTV - afiliada da rede TV.

Militar da reserva,escritor, conferencista, medium desde criança, e meu amigo.

Pe. João Maria Cavalcanti de Brito,

conhecido como Pe. João Maria, o autor espiritual do livro,

nasceu em 1848 no RN.

Em 1871 ordenou-se sacerdote.

A oração e o serviço ao próximo, foi a meta de sua jornada.

Voltou à Pátria espiritual em 1905, acometido pela epidemia de variola ,

que tanto ajudou a combater.

Outras obras de Assis Azevedo;

Sublime Missão/Agosto de 2004;
A Morte Não é O Fim/Maio de 2006;
 Vingança Além do Túmulo/Fevereiro de 2007;
Traição e Mistério/Outubro de 2007;
 Resgate de Almas Afins/Outubro de 2008 ;
Estranho Segredo/Novembro de 2009.


Para que este post não fique demasiadamente longo,

postarei outro dia uma matéria sobre vida e obra deste autor,

para que voces possam conhecer o ser humano atrás da obra.
Até breve.
Talme Cravo.




A Fé vencida pelo Medo



Colaboração Carmen Sanches







Umcerto alpinista, que já tinha escalado várias montanhas no mundo,

resolveu pela coragem e ousadia que tinha que escalar o Monte Everest.

Pegou todo equipamento que possuía e foi de encontro ao grande desafio.

Chegando ao local iniciou a caminhada em sentido ao topo.

Durante três horas e meia de escalada, resolveu parar para repousar.

 Antes que ele armasse a barraca, a noite caiu repentinamente,

com uma breve chuva.

Tudo ficou extremamente tão escuro que não podia ver a palma da sua mão,

 tal experiência pensava... nunca tinha vivido.

 Em seguida uma forte tempestade começou a cercar todo aquele imenso monte,

 ocasionando uma grande avalanche.

Sem mais nenhuma segurança que o livrasse pois,

juntamente com a neve e a chuva, despencava num quase infinito abismo.

Desde então, enquanto caía, ele começou a ver os flashes de sua vida,

 desde da sua infância até a presente data,

percebeu que estava preste a morrer,

 seu pensamento direcionou a uma breve conversa com DEUS, pois

era o único e último recurso que lhe restava. Ele pedia na oração que

DEUS o livrasse da morte. Em resposta a súplica sentiu a corda que

estava ainda em sua cintura presa em alguma parte da montanha.

Percebendoa eficácia do livramento de DEUS

 acreditava que ainda poderia escapar

com vida quando de repente, naquela terrível escuridão, uma brisa

passava e juntamente soava uma voz que dizia:

 você crer que EU posso

livrar da morte?
Ele respondeu: Sim eu creio, que posso sair comvida.

Novamente a voz perguntava: Você crer que eu posso livrar da

morte? E ele dizia, sim eu creio.

Dizia a voz: então solte a corda!

Assustado e sem fé tamanha , não aceitou o desafio.

 Então aquela suave voz foi embora.

Diasdepois, uma equipe de resgate,

foi à procura do desaparecido alpinista e

encontraram um homem que morrera congelado

e estava pendurado a um metro do chão.

.......E voce?...... soltaria a corda?







quarta-feira, 20 de julho de 2011

AMIGO



Deus, na sua sabedoria,criou o AMIGO.
Alguém em quem se possa confiar.
Um amigo fiel que nos compreenda e nos estenda
sempre a mão para ajudar.


ELE sentiu que precisaríamos de alguém que
nos confortasse quando estivessemos tristes,
cuja especial ternura e sorriso feliz nos fizesse
sentir que vale a pena viver.


Alguém com quem dar um passeio, compartilhar
um livro ou um segredo.
Bater papo ao telefone, mas que também perceba
nossa necessidade de estar algum momento asós.


Em resumo: Deus criou o amigo para ser alguém
que sempre nos alegramos em rever.
Existem poucas coisas que Deus possa nos dar
que signifiquem tanto como um BOM AMIGO.

domingo, 17 de julho de 2011

ERA DE TRANSFORMAÇÕES

Comunicação psicografada por Divaldo Pereira Franco,
 de autoria espiritual de Bezerra de Menezes

Brasília, 19 de abril de 2010.
Reunião mediúnica no Centro Espírita Internacional




Irmãos amigos, devotados obreiros da seara de Jesus!
Abraçando-os em nome dos trabalhadores do lado de cá,
rogamos ao Mestre Amigo bênçãos de paz para todos.

Os novos tempos em transcurso no plano físico anunciam uma era de transformações necessárias à implementação do processo evolutivo do ser humano.

 Os dois planos da vida se irmanam e laços de solidariedade se estreitam, tendo em vista os acontecimentos previstos.
Em atendimento aos compromissos firmados por orientadores do Planeta, almas abnegadas se desdobram em atividades, definindo responsabilidades e tarefas a serem desenvolvidas em épocas específicas.

.Não longe, porém, nas regiões purgatoriais de sofrimento que assinalam o perfil dos seus habitantes, no mundo espiritual, almas se agitam, movimentam-se, produzindo ruídos e clamores na expectativa de se beneficiarem, de alguma forma, com a programação que o Alto determina.

Desassossegados, temem as mudanças que já lhes foram anunciadas e, por não saberem ainda administrar emoções e desejos, dirigem-se às praças públicas e aos templos religiosos de diferentes interpretações para debaterem e opinarem: ora aceitam os ventos das mudanças, ora se rebelam, posicionando-se contra elas.

 Nesse processo, influenciam os encarnados que lhes acatam as opiniões vacilantes e, ao mesmo tempo, são por eles influenciados

.O certo é que a Humanidade chegou a um ponto de sua caminhada evolutiva que não mais se lhe permite retrocesso de qualquer natureza.

Para os próximos cinqüenta anos já se delineia um planejamento destinado a ser cumprido por uma coletividade de Espíritos que irão conviver com grandes e penosos desafios.

Trata-se de uma população heterogênea constituída de almas esclarecidas e de outras em processo de reajuste espiritual.

As primeiras revelam-se iluminadas pelo trabalho desenvolvido na fieira dos séculos, quando adquiriram recursos superiores de inteligência e de moralidade.

Retornam à reencarnação para exercer influência positiva sobre as mentes que se encontram em processo de reparação, necessitadas de iluminação espiritual.

A atual Humanidade será pouco a pouco mesclada por esses dois grupos de Espíritos reencarnantes.

 Inicialmente na sua terça parte, abrangendo todo o Planeta, depois, dois e três terços.

 O trânsito entre os dois planos estará significativamente acelerado.

Um trânsito de mão dupla, acrescentamos, pois coletividades de encarnados também retornarão à Pátria verdadeira.

Anunciam-se, então, o processo renovador de consciências por meio de provações, algumas acerbas.
Uma operação de decantação que visa selecionar os futuros habitantes do Planeta, aqueles que deverão viver os alvores da Era da Regeneração.

A massa humana de sofredores, de Espíritos empedernidos, repetentes de anteriores experiências, retornará à gleba terrestre em cerca de cinqüenta anos, mas os guardiões da Terra estarão a postos, ao lado de cada encarnado ou desencarnado convocando-os à transformação para o bem.

É a era do espírito, anunciada a clarinadas na manhã do dia de ontem, 18 de abril de 2010, no momento em que o sol lançava os seus primeiros raios à Terra.

Em região muito próxima ao plano físico, habitantes do Além quase que se fundiram com a humanidade encarnada para, em reunião de luz e vibração amorosa, ouvir o mensageiro de Jesus que lhes traçou as diretrizes de uma nova ordem planetária, que ora começa a se estabelecer.

Ismael falou emocionado para os representantes de todas as nacionalidades, logo após a manifestação clamorosa dos seus patronos e guias.

 Revelou planos de Jesus relacionados à cristianização dos homens.
Ao final da abençoada assembléia, Espíritos valorosos deram-se as mãos, envolvendo o Planeta em suas elevadas vibrações, transformadas em pérolas que caiam do alto sobre os seus habitantes, atingindo-lhes a fronte na forma de serafina luminosidade.

Estejam, pois, atentos para os acontecimentos, meus filhos.
Reflitam a respeito do trabalho que se delineia e, do posto de serviço onde se encontrem, sejam, todos e cada um, foco de luz, ponto de apoio.

Ouçam as vozes do céu, pois estão marcados pela luz dos guardiões planetários.
 Façam a parte que lhes cabem.
Sejam bons, honestos, laboriosos, fraternos.

Os dias futuros de lutas e dores assemelham-se aos “ais” apocalípticos.
Surgirão aqui, acolá e mais além, implorando pela união, compaixão e misericórdia, individual e coletiva.

Assim, irmãos e amigos, não cometam o equívoco de olhar para trás, mas coloquem as mãos na charrua do Evangelho e sigam adiante.

Não repitam a experiência a mulher de Ló, o patriarca hebreu que,
 possuidora de fé frágil, olhou para trás em busca dos prazeres perdidos,
 transformando-se em estátua de sal, desiludida pela aridez das falsas ilusões.

Façam brilhar a própria luz, meus filhos! Este é o clamor do Evangelho, hoje e sempre!...
 Bezerra de Menezes
Paz e Bem!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

PACIÊNCIA

Chico Xavier - Emmanuel.


Quando as dificuldades atingem o apogeu, induzindo os companheiros mais valorosos a desertarem da luta pelo estabelecimento das boas obras, e prossegues sob o peso da responsabilidade que elas acarretam, na convicção de que não nos cabe descrer da vitória final...

Quando os problemas se multiplicam na estrada, pela invigilância dos próprios amigos, e te manténs, sem revolta, nas realizações edificantes a que te consagras...

Quando a injúria te espanca o nome, procurando desmantelar-te o trabalho, e continuas fiel às obrigações que abraçaste, sem atrasar o serviço com justificações ociosas...

Quando tentações e perturbações te ameaçam as horas, tumultuando-te os passos, e caminhas à frente, sem reclamações e sem queixas...

Quando te é lícito largar aos ombros de outrem a carga de atribuições sacrificiais que te assinala a existência, e não te afastas do serviço a fazer, entendendo que nenhum esforço é demais em favor do próximo...

Quando podes censurar e não censuras, exigir e não exiges...

Então, terás levantado a fortaleza da paciência no reino da própria alma.

Nem sempre passividade significa resignação construtiva.

Raramente pode alguém demonstrar conformidade, quando se encontre sob os constrangimentos da provação.

Paciência, em verdade, é perseverar na edificação do bem, a despeito das arremetidas do mal, e prosseguir corajosamente cooperando com ela e junto dela, quando nos seja mais fácil desistir.