SOMOS ESPÍRITOS IMORTAIS

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domingo, 7 de agosto de 2011

A HISTÓRIA DE UM ESPÍRITO

Há muitos anos,um espírito apareceu a
 Divaldo (médium espírita, dirigente da Instituição
Mansão do Caminho ,da Bahia),e contou-lhe
sua triste história.
"Eu era uma mulher bela, casada,também com um
homem muito atraente.
Eramos felizes...até que um dia a beleza física dele
nos desgraçou.
Simpático,jovial e atraente,arranjou outra mulher mais bela e mais
jovem do que eu.
Uniu-se a ela, e disse-me:
A partir de hoje irei transferir-me de casa.
Você está velha e desgastada...procurei outra
mulher mais jovem para me estimular e dar colorido à
minha vida.
Dizendo isso, arrumou suas malas e saiu.
Enquanto ele saia, dei um tiro em minha cabeça,para
que ele ouvisse e tivesse remorsso para o resto da vida.
Suicidei-me...
Não posso lhe dizer quanto tempo se passou...
Senti o tormento que me veio depois do suicídio,
a crueldade do ato impensado,o desespero que
me proporcionou.
Tudo quanto posso lhe dizer é que agora eu me libertei,
momentaneamente do tiro, da bala que partura minha cabeça.
E meu primeiro pensamento foi ver o homem por quem
eu destrui minha vida.
Quis visitá-lo, e uma força estranha como um magneto
atraiu-me à uma casa majestosa, a uma mulher de
meia idade e a um homem que estava atormentado e deitado em uma cama especial.
Era meu antigo marido,portador agora de uma doença
degenerativa.
Estava desmemoriado,deformado,hebetado,teve também
derrame cerebral,estava sem cabelos,sem dentes,
trêmulo sobre a cama...
Então eu olhei e pensei:
Meu Deus por "isto" que eu me matei?
Como fui tão apegada à matéria...que murcha e se decompõe
mesmo em vida.
Hoje estou sofrendo moralmente!
Como pude dar tanto valor à matéria...
Não confiei em Deus, e cheguei ao extremo de tirar  minha
vida por um homem que não a merecia, enceguecida
por sua beleza física.
Apeguei-me muito, a ponto de anular minha personalidade.
Não podia viver sem ele.
("Tem piedade de mim e de todos aqueles que
estão presos às pastas de carne que irão se
decompor e morrer em breve.
Mais breve do que esperamos.")

E o espírito saiu depressa, sem dar tempo de
Divaldo falar com ela.

Dessa história,podemos tirar 3 lições:
1ª- Sobre o suicídio . A recomendação Espírita é:
"Não se mate, você não morre."
2ª- Procurar parceiros (as) visando beleza física e não espiritual
é outro engano.O amor verdadeiro não é cego, mas a paixão sim.
Na questão 969,os Espíritos disseram para Allan Kardec que:
"Muitos são os que acreditam amar perdidamente, porque
apenas julgam pelas aparências, e que,obrigados a viver em
comum, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material!
Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que
lhe agrada e em quem supõe belas qualidades.
Vivendo realmente com ela é que poderá aprendê-la.
Cumpre não se esqueça de que é o espírito quem ama
e não o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material,
o espírito vê a qualidade."
3ª-Ninguém é de ninguém.
Ninguém é posse de ninguém.
Quando amamos verdadeiramente a outra pessoa, nós
queremos vê-la bem,feliz,seja lá com quem for.

Divaldo com muita propriedade nos exorta:
"É necessário libertarmos-nos dos apegos,das coisas
escravocratas e seguirmos a direção do alvo, porque
somos a flecha que o Grande Arqueiro disparou.

Aprende pois a olhar, não com nossos olhos,mas sim com
o coração; amar verdadeiramnete a alma e não o corpo,
 pois o corpo acaba e a alma se eterniza.

O Espirito é realmente a verdadeira luz, e nós seres humanos
deveriamos ver, não com os olhos mas com o coração, pois
este, nunca nos engana!!!!
Divaldo P. Franco
"A felicidade depende das qualidades próprias do individuo
 e não do estado material do meio em que se encontra."















quarta-feira, 18 de maio de 2011

Mágoa - II

                                                           Autor: Joanna de Ângelis
                                                                              Psicografia de Divaldo Franco.
                                                                             Livro: Florações Evangélicas


Síndrome alarmante, de desequilibro, a presença da mágoa faculta a fixação de graves enfermidades físicas e psíquicas no organismo de quem a agasalha.
A mágoa pode ser comparada à ferrugem perniciosa que destrói o metal em que se origina.
Normalmente se instala nos redutos do amor-próprio ferido e paulatinamente se desdobra em seguro processo enfermiço, que termina por vitimar o hospedeiro.
De fácil combate, no início, pode ser expulsa mediante a oração singela e nobre, possuindo, todavia, o recurso de, em habitando os tecidos delicados do sentimento, desdobrar-se em modalidades várias, para sorrateiramente apossar-se de todos os departamentos da emotividade, engedrando cânceres morais irreversíveis. Ao seu lado, instala-se, quase sempre, a aversão, que estimulam o ódio, etapa grave do processo destrutivo.
A mágoa, não obstante desgovernar aquele que a vitaliza, emite verdadeiros dardos morbíficos que atingem outras vítimas incautas, aquelas que se fizeram as causadoras conscientes ou não do seu nascimento.
Borra sórdia, entorpece os canais por onde transita a esperança, impedindo-lhe o ministério consolador.
Hábil, disfarça-se, utilizando-se de argumentos bem urdidos para negar-se ao perdão ou fugir ao dever do esquecimento. Muitas distonias orgânicas são o resultado do veneno da mágoa, que, gerando altas cargas tóxicas sobre a maquinaria mental, produz desequilíbrio no mecanismo psíquico com lamentáveis consequências nos aparelhos circulatório, digestivo, nervoso...
O homem é, sem dúvida, o que vitaliza pelo pensamento. Sua idéias, suas aspirações constituem o campo vibratório no qual transita e em cujas fontes se nutre.
Estiolando os ideais e espalhando infundadas suspeitas, a mágoa consegue isolar o ressentido, impossibilitando a cooperação dos socorros externos, procedentes de outras pessoas.
Caça implacavelmente esses agentes inferiores, que conspiram contra a tua paz.
 O teu ofensor merece tua compaixão, nunca o teu revide.
Aquele que te persegue sofre desequilibros que ignoras e não é justo que te afundes, com ele, no fosso da sua animosidade.
Seja qual for a dificuldade que te impulsione à mágoa, reage, mediante a renovação de propósitos, não valorizando ofensas nem considerando ofensores.
Através do cultivo de pensamentos salutares, pairarás acima das viciações mentais que agasalham esses miasmas mortíferos que, infelizmente, se alastram pela Terra de hoje, pestilenciais, danosos, aniquiladores.
Incontáveis problemas que culminam em tragédias quotidianas são decorrência da mágoa, que virulenta se firmou, gerando o nefando comércio do sofrimento desnecessário.
Se já registras a modulação da fé raciocinada nos programas da renovação interior, apura aspirações e não te aflijas. Instado às paisagens inferiores, ascende na direção do bem.
 Malsinado pela incompreensão, desculpa.
Ferido nos melhores brios, perdoa.
Se meditares na transitoriedade do mal e na perenidade do bem, não terás outra opção, além daquela: amar e amar sempre, impedindo que a mágoa estabeleça nas fronteiras da tua vida as balizas da sua província infeliz.

"Quando estiveres orando, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que vosso Pai que está nos Céus, vos perdoe as vossas ofensas". - Marcos: 11-25.

"Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isto, meus caros filhos, prova melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: "A felicidade não é deste mundo". - ESE Cap.V - Item 20.